👁️ 133 visualizações
![]()
Ao contrário do Porto, Matosinhos não avançará com a medida dos transportes grátis. A autarca Luísa Salgueiro diz que vai aguardar pelo estudo da Área Metropolitana (AMP) e considera que a gratuitidade só faz sentido se envolver todos os municípios.
A autarca está de acordo com a avaliação a fazer pela AMP e aguardará pelo resultado: “No âmbito da Área Metropolitana do Porto, foi tomada a decisão de encomendar um estudo que avalie as condições da implementação da medida em todos os municípios, para que todos possam, solidariamente, tomar essa decisão, evitando que cada um faça política individualmente”.
“Matosinhos não vai avançar nesta ocasião, vai aguardar pelo estudo da AMP para decidir, quer no seu território, quer no envolvimento com outros municípios, para que tenha verdadeira efeito, que é fomentar o transporte público através da sua gratuitidade. Para que as pessoas que vivem na Maia, Gondomar ou Vila do Conde, e venham trabalhar todos os dias para Matosinhos tenham transporte gratuito. Se assim não for, acaba por não ter resultados”, concluiu sobre o assunto.
Pedido de indemnização de 19 milhões de euros
Luísa Salgueiro irá depor no tribunal, no dia 11 de maio, no caso do hotel da Praia da Memória, em que o proprietário pede uma indemnização de 19 milhões de euros, por ter sido impedido de construir. A Câmara de Matosinhos e o Ministério do Ambiente também são réus. Antes do embargo, houve uma tentativa de chegar a acordo, fora da via litigiosa, mas que não foi bem sucedida.
O promotor do hotel na Praia da Memória interpôs o processo em tribunal, em 2020, por ter sido anulada a licença de construção daquela unidade hoteleira, meses depois de as obras terem arrancado.
Créditos: JN
TVSH 30/04/2026
