Vários setores já anunciaram que se vão juntar à paralisação e mais de 500 voos programados podem não acontecer e os transportes públicos deverão ser afetados.
A duas semanas da greve geral, vários setores já anunciaram que se vão juntar à paralisação. Mais de 500 voos programados podem não acontecer e os transportes públicos deverão ser afetados.
O Sindicato do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) confirmou que os tripulantes de cabine vão aderir à paralisação contra o pacote laboral. Mais de 500 voos programados podem não acontecer.
Também a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS) garantiu uma forte mobilização do setor.
Entre as empresas abrangidas estão o Metropolitano de Lisboa, a Carris, a Carristur, a Transtejo/Soflusa, a Fertagus, o Metro do Porto e o do Mondego, a STCP e a CP – Comboios de Portugal.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, os trabalhadores das autarquias e do setor empresarial autárquico e as estruturas sindicais de médicos, enfermeiros e professores também já anunciaram a adesão à greve.